Casa de massagem, em Florianópolis, tinha câmeras escondidas

A turma da tarde, que pagava R$ 200 por um massagem com complemento manual, está preocupada. A casa era frequentada por homens casados

Hélio Costa
Hélio Costa
Colunista do Jornal Notícias do Dia e apresentador do Jornal Meio Dia da RIC Record/ Florianópolis


Florianópolis

 

Mendes/ND
Mendes/ND

 

A turma da tarde
A turma da tarde que frequenta casas de massagem no centro de Florianópolis está com a pulga atrás da orelha. E, certamente, não foi chantageada porque a polícia prendeu o gigolô que mantinha câmeras escondidas que gravavam todos os movimentos de pecado que as massagistas faziam nos clientes. Homens casados, com poder aquisitivo acima da média, davam uma fugidinha do trabalho e pagavam R$ 150 por quarenta minutos de massagem com complemento manual. Se o cliente optasse por duas moças o preço subia para R$ 200. O caso foi parar na Polícia Civil porque uma massagista achou muita sacanagem a câmera gravando tudo e denunciou ao delegado Alexandre Carvalho. Para alívio da turma da tarde, os equipamentos foram recolhidos e o istepô autuado em flagrante por aliciamento de mulheres para favorecimento à prostituição e rufianismo. Trabalhavam na casa quatro mulheres. Elas ganhavam 40% sobre cada atendimento.

Assalto
Dois jovens, brancos, armados de pistolas assaltaram um salão de beleza  no bairro Floresta, São José, em pleno movimento, sábado à tarde.  A dupla levou dois televisores, dinheiro e fugiu no Palio da dona do salão. Kátia passou na 1ª DP para registra  o boletim de ocorrência e disse que um deles é de estatura alta, trajando roupa clara e boné branco. O outro estatura baixa vestia camisa verde, cabelo com luzes e boné. 

Flagrante
Assaltar  posto de gasolina, com câmeras de vigilância por todos os lados e depois passear com a mulher e o filho no mesmo carro usado no roubo é pedir para ser preso. Pois foi justamente isso o que ocorreu com Deivid. Ele foi capturado em Campinas, São José, guiando o Polo vermelho. A PM prendeu o suspeito por que foi informada pelo rádio do Copom que o Polo utilizado no assalto, em Palhoça, estava circulando na rua Josué Di Bernardi.

Desaforo
O funcionário público Rafael vem recebendo mensagens desaforadas e até  ameaça de morte no celular. Alguns recados dizem que ele destruiu uma família. No início, Rafael entrou no jogo e respondeu a altura.  Blefou que o emissor é um doente mental. No entanto,  surgiram outras ligações ainda mais perigosas e Rafael  resolveu levar ao conhecimento da polícia, solicitando uma investigação.

Bandeiroso
A vontade pelo uísque foi tão grande que e o pescador Reginaldo resolveu desafiar a segurança de um supermercado na Capital. Ele passou na prateleira dos destilados e pegou dois litros de Johnnie Walker e um de White Horse. Das gôndolas de hortaliça, ele escolheu tomate e cebola.  Caminhou até outro setor  onde se abaixou para esconder as bebidas na mochila e dispensou os tomates e as cebolas. Quando estava saindo foi detido pelos seguranças até a chegada da PM.

Porta arrombada
O gerente de empresas Rafael levou um susto quando chegou ao escritório, na Praia Comprida, em São  José.  Encontrou a sala toda revirada. Gavetas abertas e documentos jogados pelo chão.  Ele constatou o furto de quatro computadores, uma impressora e R$ 5 mil, em espécie. Rafael passou na 1ª de São José, no bairro Forquilhinhas e disse que a porta da frente estava arrombada.

Amante do chefe
Duas funcionárias de uma Fundação do Estado “trocam  farpas” todas as manhãs. As fofocas foram parar na polícia e o delegado chamou as duas.   Maria queixou-se  que a Elizabeth anda espalhando, pelos corredores, que ela (Maria) é amante do chefe. Elizabeth acusa Maria de lhe difamar diante das colegas. O delegado deu uma bronca nas duas servidoras e disse para elas trabalharem bem para fazer jus ao  salário. 

 Frase:
“No mercado negro, essa arma custa R$ 12 mil. Imagina quanto de pó foi consumido”, tenente-coronel Araújo Gomes, comandante do 4º BPM. 

Publicado em 28/01/13-09:52

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